quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Capitulo III

Capitulo III
Se você não fizer isto, será dominado por complicações.

Você já percebeu que o homem é mais interessado no seu próprio nome do que em todos os outros nomes da terra juntos? Já percebeu também a espantosa importância que as pessoas dão aos seus nomes? Pois bem, lembre-se do nome da pessoa e chame-a pelo nome terá prestado a qualquer pessoa um sutil e muito eficiente cumprimento. Mas nunca se esqueça disso, esquecer o nome ou chamar por nome diferente é colocar-se uma grande desvantagem.
A maioria das pessoas se esquece dos nomes pela simples razão de não devotar a este exercício o tempo e a energia necessárias para concentrar, repetir e gravar indelevelmente os nomes na memória. Mas certamente não são mai ocupados que os grandes nomes da história que tinha tempo para lembra-se e chamar pelos nomes as pessoas as quais estava em contato. Franklin D. Roosevelt sabia que um dos mais simples, mais óbvios e mais importantes meios para conseguir a boa vontade é lembrar os nomes e fazer com que as pessoas se sintam importantes, entretanto, quanto de nós fazemos isto? Metade das vezes que somos apresentados a um estranho, falamo-lhes alguns minutos e não podemos sequer relembrar seu nome quando nos despedimos. Uma das primeiras lições que um político deveria aprender é a seguinte: “Lembra-se do nome de um eleitor e conquistá-lo. Esquecer o nome é perdê-lo”. A habilidade de lembrar os nomes é tão importante nos negócios e nos contatos sociais como na política.
Napoleão III, imperador da França e sobrinho do grande Napoleão, jactava-se de, apesar de todas as obrigações reais, poder lembra-se do nome de cada pessoa que o procurava. Sua técnica? Simples, se não ouvia o nome perfeitamente, dizia “Perdão, não ouvi bem o seu nome”. Se não era um nome muito comum costumava dizer: “Como se escreve”? Durante a conversação preocupava-se em repetir o nome varias vezes, e procurava associá-lo na mente com alguns sinais característicos do homem, expressão e aparência geral. Se era alguém de importância, Napoleão empregava processos mais elaborados. Logo que ficava só, escrevia o nome da pessoa num pedaço de papel, olhava-o, concentrava-se nele e gravava-o definitivamente em sua memória. Só depois disto rasgava o papel. Por este meio conseguia tanto uma impressão visual do nome como uma impressão auditiva.
Tudo isto toma tempo, mas disse Emerson: “Boas maneiras, são produtos de pequenos sacrifícios”.
A importância de lembrar nomes, e de usá-los, não é uma grande prerrogativa dos reis ou de executivos de grandes empresas. O som de um nome surte efeitos em todos nós. Devemos atentar para a mágica que existe num nome e compreender que esse singular elemento pertence exclusivamente à pessoa com quem estamos lidando... a mais ninguém. A informação que comunicamos e a solicitação que fazemos em determinada situação, assumem uma importância especial quando mantemos vivos em nossa mente o nome do individuo. Da garçonete ao diretor, o nome exercerá um efeito mágico enquanto lidamos com as pessoas.

Princípio III
Lembre-se de que o nome de um homem é para ele o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma.

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